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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

História de D.

Ah Gu! Tem vários fetiches... Gu! Adora meninos ingênuos, meninas loiras com bumbum em formato de coração (tenho que escrever sobre a chambynho qualquer dia desses) e fardas... ah Gu! Não pode ver um corpinho de homem desenhado numa farda... ah je suis fou…
Conheci D. num boteco bem vagabundo (oui, Gu! Adora beber tequila barata em botecos vagabundos, oh, i fell so dirty (risinhos))
Lá ele me contou, entre um chop e outro (oh, Gu! Odeia chop mas é educado acompanhar o anfitrião) que era aspirante a policial.“Ainda estou na academia”, disse ele. E os olhos de Gu! Brilharam como olhos de ave de rapina avistando sua presa.“Oh, jura, que interessante... (risos). E o que trás aí nessa sacola?”. Era uma sacola de papelão bem vagabundo, mas eu já sabia o que ele trazia... só queria a confirmação. Dava para sentir o cheiro de suor acumulado...
"É a minha farda. Estou levando para lavar em casa".
D. tinha aproximadamente 28 anos anos, era moreno, alto e mantinha uma barba displicente por fazer “só quando não estou na academia, lá eles são muito rígidos em relação a isso.”, ele dizia e Gu! Guardou apenas “rígido”, acho que repeti em voz alta, não sei, se sim, não percebi. Ele sorriu. Tinha um sorriso sonso.
No terceiro chop Gu! decidiu parar.“Não bebe mais boneca?”, e o “boneca” saiu com uma certa malicia, porém superficial.“oh je suis satisfait”, ele sorriu novamente, obviamente não entendeu o que eu disse.“Estou satisfeita”, traduzi.
Pelo resto da noite beberiquei uma margueritta para melhorar o hálito (é por isso que odeio cerveja e afins).
Enquanto conversávamos e nos pegávamos, fiz ele acreditar que estava me conquistanto oh, Gu! Tem muitas artemanhas, além disso homens ficam mais excitados quando acham que estão cassando e não sendo cassados... qu'idiots...).
Não demorou muito estávamos num motelzinho próximo. Tão vagabundo quanto o boteco e o vinho que ele me ofereceu quando ainda estávamos no bar. (“non, non, débitrice ! ! !”).
Entre beijos com gosto de chop e vinho barato e lambidas exageradas ele me dizia libertinagens no ouvido. Era um português horrível mas até isso me excitava um pouco.
D. fazia o tipo rústico, sem educação e trazia um machismo característico (do tipo que nunca, em hipótese alguma vai pedir para rachar a conta do motel, rsss). Era cheio de princípios e deve ter aprendido a comer uma mulher em qualquer bordelzinho barato.
Enquanto ele me enchia daquela saliva cevada (ah, como Gu! Odeia cerveja), eu olhava para a sacola de papelão jogada no chão de qualquer jeito.
Deixei ele me dominar na parede (por que as pessoas insistem em pintar as paredes de motéis com esse verde-água-insoso?), me puxar os cabelos mas quando ensaiou tirar a minha blusa recuei (heure de donner le canot…).
“Vista a farda.”, Gu! Ordenou. Sorrindo, manhosa, mas ordenou.
Ele sorriu malicioso e obedeceu.Levou a sacola até o banheiro e voltou de lá alguns minutos depois rigorosamente alinhado. DE-LI-CIA!!!
Pareceu ter ficado mais alto, mais robusto, mais homem... Gu! Estava a ponto de subir pelas paredes verdes... (risos).
Ele me agarrou novamente, “Quer comer um PM né?”, disse com voz máscula. (Bingo!).
Abri o botão e o zíper da calça dele, estava em ponto de bala..
Ele continou a me beijar, morder e lamber...
Foi uma guerra de mãos, línguas, suor e saliva...
Ele me tirou a roupa com furia. Percebeu o ritmo de Gu! (é frenético meu bem).Virei para a parede, deixei que ele penetrasse.
De farda, só seu pau moreno para fora da calça verde caqui...

história de Gu!

2 comentários:

a vc sabe... disse...

também adoooooro pms

Deco Hoppus disse...

show de bola moça!!

Como sempre!!!

saudades de vc...