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domingo, 15 de novembro de 2009

História de V. e P.


Todos conhecem aquela máxima do futebol: Quem não faz, leva.
V. sempre fica me provocando mas é aquele tipo de cara que não fode nem sai de cima. Ele vive pegando as menininhas do bairro e há quem diga que ele tem medo de mulher de verdade.
Foi numa tarde dessas, estávamos num boteco bebendo e falando putaria. As caricias por debaixo da mesa (aquilo, mãos...) e os olhares, estávamos quase fechando uma grade de cerveja e ele fazendo propaganda, como sempre.
  “Vamos? Agora, eu e você pra qualquer motel, vamos?”. “Não me tente menino!”.
“Vamos?”
“Vamos.”
“Vamos?!”
“Vamos!!!”
“Garçom, desce mais uma”, “affffffffff...”
Promessas, promessas.. E ele continuou provocando. Gu! ficou pua da vida. Levantei e “Aí, você vai ou não vai?”.
Nessa hora chegou um cara amigo nosso dizendo que estava sozinho em casa nos convidando para uma suruba.
“Só se você ficar só olhando”, Gu! não gosta da criatura.
V. levou o cara para um canto e voltou com a chave da casa. Lá fomos para a casa do coleguinha conformado.
Ele entrou primeiro naquele clima de ilegalidade e eu o segui. Mal fechamos a porta os cães começaram a latir, nós ignoramos.
Ele me arrancava as roupas e me mordia o pescoço. Levou Gu! para o sofá  chupou forte a minha xaninha em chamas...
Ele me virou de quatro e meteu com força. A entorpecência do álcool confundiu minhas sensações mas acho que machucou... Os cachorros não paravam de latir  e de repente ele parou.
”O que foi? ”.
“Tem gente aí na janela”.
“Deixa, eu gosto de platéia, volta pra ca”... Qual o quê?  Se vestiu e saiu para procurar o bisbilhoteiro. A Gu! vestiu-se, saiu e sumiu.
Fui para casa, tomei um banho, pus um vestido e ganhei a rua. Liguei para um amiguinho colorido. Adoro a disponibilidade dos meus amiguinhos...
Em quarenta minutos estava num motel tomando vinho na hidro.
P. é um homem mais sutil (ou só estava menos bêbado). Me pegou nos braços romântico (Gu! estava chateada e carente) me fez carinho e me beijou.
Enquanto os carinhos esquentavam ele se tornava mais intenso. Gozamos abraçados dentro da hidro.
Gozei três vezes e ele cinco, foi uma noite beeeeem longa.
De manhã, 15 ligações em meu celular e uma mensagem:


“cadê você? Vamos continuar a nossa festinha...” (...)

Pra Gu! a festa estava mais que acabada.


Recadinho: Os comentários podem ser enviados para o email da Gu! historiasdegu@gmail.com






Sim Luis, a Gu! gosta de meninos e meninas... 

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