Fazia tempo que não beijava uma menina. Bocas de meninas são mais delicadas que as dos homens, em geral são tão macias e hidratadas (Gu!, loves it...)...
A Gu! Decidiu sair para conhecer uma menininha nova na Off.
O beco da Off não é mais como antigamente, vive cheio de pessoas esquisitas e viados totalmente de mal com o armário (c'est très mal goût joint). Foi-se o tempo dos gays enrustidos, elegantérrimos, dos bis, das meninas curiosas...
Foi no B.O. que conheci W.
Linda, loira natural, baixinha e de sorriso largo. Era uma menininha em todos os sentidos desta palavra. W. era fofa e linda.
Gu! Ficou louca por ela assim que a viu.
Dançávamos bem perto uma da outra. Ela estava acompanhada por um grupo de quatro ou cinco meninas eufóricas. Olhava ao redor, com cara de espanto. Dois caras se beijavam numa pilastra, ela ria ao mesmo tempo em que flertava comigo. Gu! Estava acompanhada por um coleguinha que comia esporadicamente. Ele também havia gostado da moça, mas estava num de seus “momentos mulher”, como ele mesmo definia (ah, la versatilité…).
Gu! olhava para ela sem parar. Acho que a deixei encabulada. Ela olhava para Gu!, para os lados, para os pés, mexia nos cabelos, punha-os atrás da orelha, soltava-os de novo. Olhava para Gu! e fazia tudo outra vez...
Até que saiu na direção do banheiro, sozinha (oras, que mulher vai ao banheiro sozinha? Era a minha deixa.).
Gu! foi atrás dela.
Entrei no banheiro. Ela me olhava pelo espelho grande na parede. Remexeu a bolsa procurando o que fazer.
Uma tiazinha (devia ter uns 40 anos) magra e alta saiu de uma das cabines sanitárias, nos olhou com um sorrisinho de cúmplice e nos deixou a sós. W. sorriu para mim e voltou a procurar algo na bolsa.
Gu! arrumava os cabelos e limpava o suor do rosto... também sorri.
W. tirou um batom cor-de-rosa da bolsa e passou nos lábios, enquanto olhava o espelho, às vezes olhava para Gu!.
“Linda essa cor”, eu quis puxar assunto.
Ela sorriu e não disse nada.
Também catei alguma coisa na bolsa. Precisava retocar o rimel.
“Tem sabor de cereja.”, ela disse como se estivesse pensando alto, e me olhava refletida no espelho com um sorrisinho inseguro.
Ah, melhor do que meninos tímidos é uma menina curiosa. Gu! a olhou de baixo para cima. “Posso provar?”. A pobre guria quase desmaiou. Ficou da cor do batom que Gu! usava (vermelho).
Ela estendeu o batom para mim. Passei a mão na mão dela e a segurei.
Ela olhava para a minha mão e quase sorria.
“Mas eu já estou de batom”, ela congelou, mas não soltou a minha mão.
Gu! também ficou parada esperando alguma reação. Ela tomou ar para dizer alguma coisa... mas não disse.
Gu! tascou-lhe um beijo e andamos pelo banheiro grudadas por nossas línguas. Gu! a encostou numa parede. O baque das costas na parede a fez soltar minha mão. E ela ficou mole, dominada, obedecendo aos comandos da língua de Gu!
Tomamos fôlego sorrindo uma para a outra, as testas coladas. “Eu nunca...”, a interrompi. Nos beijamos novamente mais intensas. Gu! a beijou pelo pescoço enquanto abria os botões de sua camisa.
Ela, encostada na parede, gemia baixinho enquanto Gu! sugava e mordia seus seios. Tinhas os seios pequenos de aureolas rosadas e bico arrebitado.
Ouvimos vozes, três meninas entraram no banheiro. Nós corremos para dentro de uma das cabines. Ficamos nos beijando em silêncio. Quando as meninas saíram, Gu! abriu o zipper da calça dela e a masturbou. Ela gemia e suspirava e me puxava os cabelos e beijava com mais volúpia.
Sentei no vaso sanitário a puxei para a minha frente. Despi dela toda a calça jeans e a calcinha. Ela apoiou as costas na porta da cabine e uma das pernas sobre a minha coxa. Chupei aquela xaninha rosea enquanto ela prendia os gemidos para não chamar a atenção das pessoas que não deixavam de transitar pelo banheiro.
Depois que gozou na boca de Gu!, ela me beijou com força e me lambeu os lábios. Me puxou pelos cabelos para que eu ficasse de pé. Continuamos a nos beijar e nos acariciar até gozarmos juntas novamente...
Depois, lá pelas tantas, alguém lembrou de nos procurar no banheiro. Uma amiga entrou chamando por ela. Nos recompomos, limpamos o suor, retocamos a maquiagem, trocamos telefone e voltamos para a pista.
Deixe seus comentários, recadinhos, criticas, sugestões, convites ou devaneios para a Gu! em historiasdegu@gmail.com
>> Querido Jorge, a Gu! só come homens casados se a esposa der permissão. Melhor ainda se ela vier junto.
Sentei no vaso sanitário a puxei para a minha frente. Despi dela toda a calça jeans e a calcinha. Ela apoiou as costas na porta da cabine e uma das pernas sobre a minha coxa. Chupei aquela xaninha rosea enquanto ela prendia os gemidos para não chamar a atenção das pessoas que não deixavam de transitar pelo banheiro.
Depois que gozou na boca de Gu!, ela me beijou com força e me lambeu os lábios. Me puxou pelos cabelos para que eu ficasse de pé. Continuamos a nos beijar e nos acariciar até gozarmos juntas novamente...
Depois, lá pelas tantas, alguém lembrou de nos procurar no banheiro. Uma amiga entrou chamando por ela. Nos recompomos, limpamos o suor, retocamos a maquiagem, trocamos telefone e voltamos para a pista.
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