Gu! adora flertar. Flerto com todo mundo. Isso não significa que comeria todo mundo com quem flerto (também não quer dizer que não comeria). Já me convenci de que isso faz parte da minha personalidade (naturalmente sedutora, sem falsa modéstia).
Certa vez no trabalho, enquanto conversávamos sobre meu assunto predileto (vocês pensaram que era sexo né? Acertaram!) quando um colega (delicioso!) veio me dizer que havia sonhado comigo. Logo com quem... Os olhinhos da Gu! até brilharam.
- Jura? Que tipo de sonho?
- Ah, depois a gente conversa. Ele saiu e Gu! foi atrás. A Gu! é muito curiosa... Principalmente quando se trata de coleguinha de trabalho gostoso + sonho (erótico, com certeza) + Gu! (oui, très curieuse..).
Ele entrou no elevador e Gu! foi atrás.
- Que tipo de sonho?
- Ah, eu não lembro muito bem.. Ele recuou. Depois continuou. – Você e eu estávamos...
- Estávamos?
- Transando...
- Jura? E foi bom pra você?
- Ô... (vocês precisavam ver o sorrisinho sacana dele).
- E como foi?
- Depois eu conto..
- Ah, conta logo, conta agora...
- Aqui?
- É... e Gu! se aproximou e disse no ouvido dele. Aqui.
Nós dois olhamos para o mesmo botão do painel do elevador.
Eu apertei.
O elevador deu um solavanco e parou. Abriu a porta de frente para uma parede e antes que ela fechasse, Gu! e o coleguinha já estavam entre beijos, mordidas e lambidas no pescoço.
- Como foi o sonho?
- Você estava nua.
Gu! começou pela blusa e o sutiã, depois tirou a calça e os sapatos.
- Assim?
- Não. Nua. (sorrisinho sacana de novo).
Ele me beijou e me mordeu os seus. Foi me beijando a barriga, me fazendo cócegas, passando as unhas em minhas costas..
Ele arrancou a calcinha da Gu! com os dentes e me virou para o espelho. Me puxou os cabelos com força. Abri as pernas e ele tirou de dentro da calça um pau teso e ligeiramente voltado para a esquerda.
Ele agachou para me chupar. Me lambia e enfiava os dedos na xaninha e no cu da Gu!
Eu gemia e arranhava as paredes. Minha respiração embaçava o espelho. Depois ele subiu e me puxou pelos quadris até se encaixar e comeu a Gu! gostoso por trás.
Ele puxava meus cabelos para trás e me lambia a orelha enquanto metia com força.
- No sonho, ele dizia, eu metia na sua bundinha até você gritar de tanto gozar.
- Depois?
- Depois eu gozava na sua boca e você não perdia uma só gota.
A Gu! sorria. E ele fazia com no sonho. Puxava o cabelo da Gu! com força e metia mais forte. A Gu! pedia mais e mais... E ele obedecia.
Ele dava tapinhas na bunda da Gu!, e eu pedia “mais forte, mais, forte...”, e ele obedecia.
Quando a Gu! gritou de tanto gozar ele me mandou chupar o pau dele. E eu obedeci (pourquoi la Gu ! c'est une bonne fille). Chupei gostoso aquele pau tortinho e ele gozou tudo em minha boca. Gu! não desperdiçou nenhuma gota!
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